Worst 5 Books & Most Disappointing Reads Of The Year

Fujo a sete pés de livros que à partida SEI que vão ser maus ou que não vou gostar nadinha... Contudo, como já vos disse, este ano foi repleto de leituras medíocres. Este ano acabei por ler bastantes livros que já estavam na estante há imensos anos (e que mais valia terem continuado por lá....), não por achar que iriam ser maus, mas porque ainda não tinha tido vontade de lhes pegar até agora. Tudo levava a querer que iria gostar bastante destes livros. Mas não foi o caso. Por isso, esta lista contempla os cinco livros que menos gostei este ano. Foram livros aos quais dei 2 estrelas e, nalguns casos, 3 estrelas. Comparativamente aos livros que menos gostei do ano passado, desilude-me mais não ter gostado destes porque são géneros com os quais me identifico muitíssimo mais.


The Forest of Hands and Teeth - Este livro arrastou-se de 2017 para 2018. Cenário pós-apocalíptico, zombies, distopia.... Tem tudo para dar certo. Comigo, não deu. Além de ter sido uma leitura penosa e lenta, mais uma vez, estamos perante uma micro-sociedade que se desenvolveu no meio do caos, num seio religioso. Não funcionou para mim, a acção foi pouca ou nenhuma e é das poucas vezes que acho bem uma editora não ter deitado dinheiro à rua com a tradução dos volumes seguintes. No geral, não gostei, embora tenha havido um ou dois elementos mais engraçados.

Matched - Mais uma distopia, mais um fracasso. Pode ser de mim, admito. Posso ser demasiado exigente... Mas só tenho duas palavras para descrever esta leitura: insosso e inconsequente.

The Murder Complex - Basicamente, este livro está todo errado. A ideia é bastante engraçada mas está super mal amanhada. Parece um amontoado de ideias vomitado em forma de palavras. Às tantas, nada faz sentido. E o fim? Oh meu Deus, o fim é de bradar aos céus, é uma estupidez.

The Girl Before - Devorei este livro. Li metade em poucas horas. Até certo ponto gostei da história, e gostei bastante da escrita. Estes são os pontos positivos, que me fizeram dar-lhe 3 estrelas. Mas depois, as semelhanças com as Cinquenta Sombras começam a ser demasiadas para o meu gosto e ficou tudo estragado. Foi este livro que me fez perceber a 99% que os thrillers domésticos não são para mim. Podem ver a minha opinião em detalhe aqui.

CSI- Intern at Your Own Risk - Sempre fui fã de séries policiais e forenses. Foi esse gosto que, de certa forma, me influenciou no meu percurso académico e pôs dentro de mim o bichinho da criminologia. CSI foi uma das primeiras séries que vi do género e, claro, quando vi esta graphic novel ao preço da chuva numa loja de artigos em segunda mão, não podia deixar de lhe deitar as unhas. As ilustrações são espectaculares, são um tipo de arte que aprecio muito. Mas, infelizmente, é só isso. A história é bastante fraquinha.


E depois há aqueles livros que, por força do hype, ou pela expectativa que tinha em lê-los, tendo em conta que, pela sinopse, pareciam fazer absolutamente o meu género, acabaram por se revelar uma desilusão face ao que esperava.

Final Girls - Esperava daqui um livro 5 estrelas. No entanto, deixou-me demasiadas questões e achei pouco surpreendente. Podem saber mais sobre a minha opinião aqui.

The Siren - Não é que esperasse imenso deste livro. Não sou fã de sereias, nem de histórias que se desenvolvam na água. Provavelmente ainda não li o livro certo nesse cenário. Mas vê-se claramente que este foi o primeiro livro da autora e não senti que me tenha trazido nada de novo.

The 100 - Tinha tudo para ser um livro 5 estrelas para mim. No entanto, acabou por ser apenas uma introdução a alguns personagens e uma brevíssima introdução ao mundo onde se irá desenrolar a história, nos próximos volumes (assim espero!).

Dragomante - Não quero ser desonesta nem hipócrita - tenho certas questões e dificuldades em ler autores portugueses. Infelizmente, Filipe Faria não me desfez essas questões. Apesar de ser uma graphic novel e sabermos que a história se desenvolve mais depressa, achei que desenvolveu depressa demais e que saltou questões, acabando por ser ligeiramente confusa. No entanto, as ilustrações são absolutamente brutais. É um autêntico livro de arte. O texto não lhe soube fazer justiça.

The Lie Tree - Uma leitura lenta, que revelou não ser exactamente aquilo que estava à espera. Opinião completa aqui.

My Grandmother Asked Me to Tell You She's Sorry - Um livro que podia ser melhor se não «enchesse chouriços». Com algumas dificuldades, atravessei a Terra-de-Quase-Acordar e rendi-me às últimas páginas do livro. Podem saber mais sobre esta leitura aqui.

The Upside of Unriquited - Depois de ter lido Simon, este livro foi só ok. Pensei que ia gostar ao mesmo nível, mas não aconteceu. Percebam porquê aqui.

The Crow Girl - Se os thrillers domésticos não são para mim, o mesmo acontece com os escritores nórdicos. Ainda não houve um livro escrito por um autor escandinavo que gostasse verdadeiramente. Pelo contrário, a tendência é para não gostar. A Rapariga-Corvo não é, de todo, um mau livro. Tive os meus problemas com ele mas gosto do facto de retratar a doença mental muitíssimo bem.

The Crown - Se A Herdeira já me tinha desiludido em relação aos demais livros d'A Selecção, este ainda conseguiu desiludir um bocadinho mais. É fofinho, mas não passa disso. É altamente previsível e demostra pouco esforço por parte da autora em elaborar mais o mundo e a história de Eadlyn. A minha opinião (que poderão ver aqui) parece ligeiramente contraditória a isto. Bem, as pessoas podem mudar de opinião à distância do tempo e depois de mais 50 livros lidos :)

Mr. Penumbra's 24-Hour Bookstore - Por fim, mais um livro que tinha tudo para ganhar 4 ou 5 estrelas e que se ficou pelas 3. Também não se revelou aquilo que esperava e no fim, meh... é giro. Sinceramente, não há muito a dizer.



E pronto, foram estas as minhas escolhas para os piores e mais desapontantes do ano. Digam-me nos comentários quais foram as leituras que menos gostaram e quais têm pena de não terem vivido para as expectativas.

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